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Mogi das Cruzes

Nasceu numa escola, num concurso de alunos, e hoje simboliza uma grande cidade de São Paulo

Preto, branco e vermelho. Estas são as cores estampadas na bandeira do Estado de São Paulo, e você sabe por que? É o tipo de detalhe que passa despercebido por grande parte das pessoas. Desde que nascemos essas cores já estavam lá, e é comum a ideia de que sempre foi assim, e sempre será. Mas as coisas não funcionam bem assim. Cada detalhezinho na bandeira de cada país, estado ou cidade, tem uma justificativa para o jogo de cores, símbolos e formas geométricas. No caso da bandeira paulista, por exemplo, o preto representa a terra, o vermelho o fogo, os heróis, e o branco simboliza a prata, os metais, a união dos povos. Quem estuda isso tudo é a heráldica, uma ciência/arte de escrever brasões e bandeiras. Quem tentou ler um documento heráldico sabe como é coisa para especialistas.

Mas por trás da bandeira de Mogi há uma história muito interessante. Para começar, onde já se viu uma cidade não ter sua própria bandeira por 396 anos, já que os primeiros relatos de povoado na região de Mogi são de 1560? Isso, claro, incomodava alguns moradores de Mogi das Cruzes no ano de 1956. Foi quando o vereador Afrodízio Witzel sugeriu aos alunos do 3º ano do ensino médio de um colégio da época - que, sob a supervisão de um professor especialista no assunto, fizessem rascunhos de uma possível bandeira para a cidade. Cada trabalho deveria contemplar momentos importantes da história de Mogi, respeitando as seguintes especificações:

1 - As cores do Estado de São Paulo, predominando o branco que representaria os ideais pacifistas e progressistas do município;

2 -  A passagem dos bandeirantes por Mogi das Cruzes;

3 - A passagem de D. Pedro I antes da Proclamação da Independência, ocorrida meses depois;

4 - A Revolução de 1932, com expressiva atuação de Mogianos;

5 - O Brasão da Cidade.

Foram apresentados 150 trabalhos. Depois de julgados dentro dos critérios pedidos, foi escolhido o desenho do jovem Domingos Geraldo Sica, hoje um dentista da cidade.

Não foi um imperador ou um presidente, ou uma comissão de notáveis que definiu as cores, símbolos e formatos do símbolo maior da cidade. Foi obra de um cidadão apaixonado por sua cidade que contribuiu e seguiu sua história. Simples assim.

Mogi é uma alteração do termo “Boigy”, que significa "Rio das Cobras", nome dado pelos índios à um trecho do rio Tietê. A linguagem popular tratou de acrescentar o termo "cruzes" ao nome oficial da Vila. Era costume dos povoadores sinalizar com cruzes os marcos que indicavam os limites da Vila.

População: 387.779 habitantes
Área: 712.667 km²
Densidade demográfica: 543,65 habitantes por km²

Mogi das Cruzes possui uma agricultura muito forte: é a maior produtora de hortaliças e caqui do Brasil. É também uma cidade que vive um surto industrial, com indústrias de peso, como a General Motors, a Valtra - controlada pela AGCO Corporation, que é a maior fabricante de tratores agrícolas do Brasil. O setor industrial emprega 20 mil pessoas. No setor de serviços, há duas das maiores empresas de telemarketing do país, a TIVIT e a Contractor. No comércio há 7.200 estabelecimentos comerciais e 17 mil pessoas empregadas. É uma cidade com incentivo à pequena e média empresa.
 

História

 

Assim como a maior parte das cidades da região do Alto do Tietê, Mogi das Cruzes era ponto de passagem para os bandeirantes que se aventuravam São Paulo adentro, à caminho das Gerais, ou do Rio de Janeiro. Seu processo de povoamento sofreu grande influência desse “bandeirantismo”. Em 1855, foi reconhecida como cidade e logo desenvolveu-se, graças às lavouras de café. Outra influência importante na história de Mogi são os imigrantes japoneses, que trouxeram a cultura do chá e das hortaliças, herança cultivada e cravada na identidade da cidade até hoje.

 

Turismo

 
- Serra do Itapeti
 
Reserva ecológica com Mata Atlântica nativa. Na Serra do Itapeti encontra-se a Cruz do Século, grande atrativo da cidade.
 
- Parque Municipal Francisco Afonso de Mello
 
Tem como objetivo o desenvolvimento de programas de pesquisa, ensino e treinamento em manejo de Florestas Tropicais e trilhas pela mata. Sua área é de 3,5 milhões de metros quadrados e está localizada na Serra do Itapeti.
 
- Pico do Urubu
 
O ponto mais alto da cidade. Possui um mirante com uma ampla visão das cidades do Alto-Tietê, do Vale do Paraíba, de São Paulo (em dias de céu limpo, é possível avistar o aeroporto Internacional de Guarulhos e até o Pico do Jaraguá) e da Serra do Mar. Lá são praticados vôos de Asa Delta e Paraglider. Encontra-se também na Serra do Itapeti.
 
- Casarão do Chá
 
O casarão destaca-se como uma construção tipicamente japonesa: toda em madeira com paredes de bambu e sem pregos. Herança da vinda dos imigrantes japoneses após o fim do ciclo do café.

Comentários

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maria eduarda ferreira barbo (19/09/2014)

gostei muito de ler as coisas é joga os jogos gostei do site

aline sabi carvalho (11/03/2015)

amo vcs

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